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O sistema nacional de saúde continua enfrentando escassez de pessoal capacitado, falta de espaços para expansão de serviços de saúde, fraco atendimento e défice de equipamentos e sistemas para atender com qualidade os pacientes com HIV de forma a reduzir a frequência das consultas e enchentes nas Unidades Sanitárias.  

Moçambique adotou atualmente as novas estratégias de tratamento do HIV recomendadas pela OMS. Nos próximos cinco anos, o programa nacional de HIV não só precisará abordar os desafios de entrega de serviços existentes para implementar o Plano de Aceleração de Resposta ao HIV/Sida mas também implementar e expandir os novos modelos de atendimento e tratamento alinhados com novas estratégias globais concretamente: 90- 90-90 correspondente a 90% das pessoas com HIV no país estejam diagnosticadas, estas 90% das pessoas com HIV diagnosticadas, recebam tratamento antirretroviral e 90% das pessoas em tratamento tenham carga viral indetetável e a outra estratégia é a de seguimento rápido dos pacientes, após o teste, os HIV positivos iniciam o aconselhamento psicossocial e tratamento num período máximo de 15 dias. Entretanto, em conformidade com as estratégias mencionadas:

Projeto ”Apoiando á Implementação dos Serviços de HIV e TB para o Controle Epidêmico na República de Moçambique sob o Plano de Emergência do Presidente para Alívio do Sida (PEPFAR)”

Objetivo 1: Auxiliar o Ministério da Saúde, as Direções Provinciais e Distritais de Saúde na prestação de serviços de qualidade através da capacitação dos profissionais de saúde, fortalecimento de habilidades clínicas para o tratamento do HIV e gestão da TB de modo a responder aos padrões mínimos exigidos para a implementação do Plano de Aceleração de Resposta ao HIV/Sida no país e a estratégia 90-90-90.

Objetivo 2: Auxiliar o Ministério da Saúde na planificação, monitoria e avaliação do programa de HIV através do reforço da capacidade de pessoal a nível nacional, provincial e distrital; Alocação de fundos através dos subcontratos, reabilitações de infraestruturas e apoio na logística e aquisição de material médico-cirúrgico, equipamento e mobiliário.

 Objetivo 3: Junto ao Ministério da Saúde, Ministério da Mulher e da Acção Social, Ministério do Interior e Ministério da Justiça, advogar para o desenvolvimento de iniciativas que visam o atendimento de sobreviventes de Violência Baseada no Género-VBG no contexto do Mecanismo Multisectorial para o Cuidado Integrado para Mulheres Vítimas de Violência e encaminhamentos para serviços integrados ou independentes (policia, abrigos, bem como aconselhamento psicossocial e jurídico).

Objetivo 4: Fortalecer o papel dos Educadores de Saúde com vista a mobilização comunitária para a mudança de comportamento social, assim como a promoção dos direitos de saúde entre os pacientes e melhoramento do vínculo entre as unidades sanitárias e as comunidades para a prestação de cuidados continuados de saúde a nível comunitário e suporte direto aos serviços de cuidados e tratamento da TB.

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