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Em Moçambique a incidência do HIV em 2011 rondava os 1,4% (CNCS, 2012) com cerca de 360 novas infeções por ano. Sendo a prevalência do HIV na população adulta (15-49 anos) em 2009 era de 11,5 % (INSIDA, 2009), (13,1 % em mulheres e 9,2% em Homens).

Segundo o (CNCS, 2010) num estudo que analisa as principais vias de transmissão em casos novos de HIV em 2008 na população adulta dos 15 aos 49 anos a principal via de transmissão é a via sexual com cerca de 95% (95% transmissão heterossexual e 5% transmissão entre homens que fazem sexo com homens) seguida de 5% transmissão sanguínea. Em crianças (0-15 anos) a principal via de Transmissão é a transmissão vertical (sanguínea e leite materno) com uma percentagem de 19% em 2011. (CNCS, 2012),podendo ocorrer casos de transmissão sexual (violações sexuais) mais comuns após os 10 anos de idade. Em Moçambique a taxa de mortalidade por HIV era de 325/100000 habitantes em 2011 (WHO, 2012).

O CCS encontra-se a trabalhar na cidade de Maputo a 3ª província mais afetada do Pais com uma prevalência na população adulta de 16,8% e na província de Inhambane que se encontra entre as províncias com menor prevalência com 8,6%. (INSIDA, 2009). Apesar destas diferenças a epidemia de HIV continua a ser uma das principais causas de morte entre os adultos com idades entre 15-49 anos e a segunda causa de morte entre as crianças com idades entre 5-15 anos em ambas as províncias apoiadas.

Como orientação para o apoio à resposta Nacional de combate ao HIV Moçambique em 2013, o CCS baseou-se: no III plano estratégico Nacional de combate ao HIV e SIDA, PEN 2010-2014; o recém elaborado e aprovado plano de aceleração da resposta do HIV em Moçambique 2013-2015, o plano de eliminação da transmissão vertical da mãe para o filho, cujos objectivos contribuem para o alcance das metas do desenvolvimento do milénio sem deixar de lado as orientações estratégicas de parceria do seu atual maior financiador o Governo americano através do CDC pelo PEPFAR.

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